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Arquitetura e segurança

Três peças, dentro da sua rede.

Escrito para quem vai aprovar a entrada da plataforma no ambiente — TI, DBA e segurança.

Portal

A aplicação web onde se cadastra, valida e agenda. Não executa processo.

Executor

Serviço em container que sonda a fila e executa as rotinas. Pode haver vários, em máquinas diferentes. (No código e nos logs ele aparece como Worker — é o mesmo componente.)

HUB de orquestração

Guarda definições, permissões, a fila e o histórico. É o único canal entre portal e executor — e roda sobre o banco que você escolher.

Portal NexaOrchcadastra · agenda · acompanha — nunca executaO COMPONENTE CENTRALHUB de orquestraçãofila · definições · permissões · históricoroda sobre o SEU banco — no seu servidor ou em nuvem gerenciadaOracleSQL ServerPostgreSQLMySQL/MariaDBFirebirdLINUXMatrizSQL · Python · DataSyncExecutorLINUXFilial — SPcargas locaisExecutorLINUXData centerbackup · transferênciaExecutorWINDOWSERPrede internaExecutorWINDOWSBIplanilhas · ExcelExecutorPortal e executores nunca se falam direto — tudo passa pelo hub.
Portal NexaOrchcadastra · agenda · acompanha — nunca executaO COMPONENTE CENTRALHUB de orquestraçãofila · definições · permissões · históricoroda sobre o SEU banco, no seu servidor ou em nuvemOracleSQL ServerPostgreSQLMySQL/MariaDBFirebirdLINUXMatrizSQL · Python · DataSyncExecutorLINUXFilial — SPcargas locaisExecutorLINUXData centerbackup · transferênciaExecutorWINDOWSERPrede internaExecutorWINDOWSBIplanilhas · ExcelExecutorPortal e executores nunca se falam direto — tudo passa pelo hub.

O HUB

Por que o componente central é um banco de dados.

É decisão de arquitetura, não economia. Vale explicar, porque quem avalia costuma esperar um serviço próprio no lugar.

Nada a mais para operar

Sem fila de mensagens para instalar, monitorar, atualizar e proteger. Numa operação de empresa média isso não é economia de infraestrutura — é economia de gente.

Consistência transacional

A fila e o dado vivem na mesma transação. Um broker traria escrita dupla e o problema de entrega exatamente-uma-vez; este desenho não tem esse problema.

Recuperar é uma consulta

Execução interrompida por queda é encontrada e reenfileirada lendo uma tabela — não reprocessando um log de eventos.

Seu DBA já sabe operar

Backup, monitoramento, réplica e alta disponibilidade do HUB são os procedimentos que a sua casa já tem, na ferramenta que ela já usa.

Onde o HUB roda

No seu servidor, ou numa nuvem gerenciada. Você decide.

É a mesma instalação — muda uma linha de configuração. A escolha tem consequência, então ela está escrita aqui, e não no rodapé do contrato.

HUB no seu servidor

Dado e controle ficam inteiramente dentro da sua rede.

Ganha: funciona sem internet nenhuma, e nada sai da casa.

Assume: a alta disponibilidade do HUB é a que você montar.

HUB em nuvem gerenciada

Azure SQL, Amazon RDS, Cloud SQL ou Oracle Autonomous — são os mesmos providers, por connection string.

Ganha: a alta disponibilidade do HUB passa a ser a do seu provedor.

Assume: os executores precisam de link até ele — deixa de funcionar offline.

Os executores continuam onde o trabalho está: junto do ERP legado, do Firebird da filial, do compartilhamento de arquivos. É o HUB que pode subir para a nuvem — não a execução.

Segurança

Onde o segredo mora.

Credenciais cifradas

Senhas de banco e de SMTP são cifradas com as chaves de proteção da instalação. Não há tela que as mostre depois de gravadas, e elas nunca aparecem inteiras em log.

Injeção sem senha no código

O script recebe conexão e credencial como variável de ambiente. Nada de senha em texto dentro do processo — e o que a etapa recebe é uma declaração explícita, conferida na hora de salvar.

Autorização em camadas

5 perfis de usuário, vínculos por processo, tags restritas e modo oculto. A checagem é no servidor, em cada ação — esconder o botão nunca foi considerado proteção.

Importação controlada

Importar um pacote faz entrar código que o executor executa. Por isso é um item por vez, com limites de tamanho e recusa de conteúdo malicioso — nunca em lote.

Operação

O que roda sozinho, e onde.

RotinaFrequênciaOnde roda
Execução da filaa cada 5 stodos os executores
Disparo por agendaa cada 30 stodos os executores (uma vez só)
Sinal de vidaa cada 1 mintodos os executores
Limpeza de dados de execuçãoa cada 1 htodos os executores
Purga de histórico e métricasmeia-noite localsó o executor principal
Expurgo da lixeiraa cada 6 hsó o executor principal

Continuidade

O portal fora do ar não para as suas rotinas.

É consequência direta da arquitetura: a fila mora no banco e quem executa são os executores, processos separados. Se o portal cai às 3h da manhã, as agendas continuam disparando e a fila continua sendo consumida — você perde a tela, não a operação.

Executores

Vários no mesmo banco, nativamente. A disputa pela fila é resolvida no próprio banco, então executor pode entrar e sair sem coordenar nada — e a execução interrompida por uma queda é recuperada quando ele volta.

Nativo — nada a configurar além de subir outro executor.

Banco

É o seu. Use a alta disponibilidade que você já tem — cluster, réplica ou serviço gerenciado. A plataforma não se mete no assunto.

Seu padrão — 5 bancos suportados como banco de controle.

Portal

Uma instância por instalação é a topologia testada. A continuidade vem da infraestrutura que você já opera: cluster de hipervisor ou orquestrador de container reinicia o portal em outro nó, como faz com qualquer outra aplicação sua.

Sua infraestrutura — Proxmox, Hyper-V, VMware, Kubernetes.

O que não existe é escala automática: a plataforma não sobe nem derruba executor sozinha conforme a carga. Quantos executores rodam é decisão sua, e o custo não muda com o volume.